ESACT - IPB
Este atlier foi criado com o propósito de expor os trabalhos realizados em Atlier de Comunicação, da Licenciatura de Tecnologias da Comunicação.
Novas instalações no Instituto Politécnico de Bragança para o lazer e a cultura
Imprensa
Os alunos do Instituto Politécnico de Bragança já podem usufruir do novo Centro Académico inaugurado, no dia 24 de Junho, pelo presidente do instituto Sobrinho Teixeira, no campus académico entre a Escola Superior de Educação, Agrária e Tecnologia. No Centro Académico, à muito esperado, vão ficar sedeadas várias associações estudantis, desde a Associação Académica, à Associação de Estudantes Africanos e à Associação de Apoio ao Aluno Estrangeiro.
O edifício, com 300 metros quadrados, tem ainda uma sala de informática, reprografia e uma sala para ensaios das Tunas e do Grupo de Teatro. Com um orçamento de 350 mil euros, financiado por várias instituições da cidade, entre as quais a autarquia municipal, o Governo Civil e a Caixa Geral de Depósitos. Também a Associação Académica contribuiu com mais de dez mil euros, provenientes das receitas da Semana Académica, para mobilar todo o complexo.
Sendo um resultado à muito aguardado, Sobrinho Teixeira refere que: “é uma obra com muito simbolismo pelo que representa para os estudantes”. O presidente lembrou ainda a melhoria de condições que o novo edifício vai trazer a todos os estudantes, recordando que a Tuna Feminina ensaiava à noite, num pavilhão aberto, “com as condições climatéricas que são conhecidas em Bragança”: “mesmo assim teimavam em ensaiar e difundir o espírito académico e o que é o seu IPB”.
Para Bruno Miranda, presidente da Associação Académica, este foi o realizar de um trabalho de várias associações que passaram pelo instituto. “É um edifício que vai promover uma maior proximidade com os alunos e que vai ajudar a que o trabalho das associações, que servem quase sete mil estudantes, tenha outra visibilidade”.
Gaspar Lopes, presidente da Associação de Estudantes Africanos, fala ainda em outras utilizações para o Centro Académico. “Na semana africana podemos utilizar estas salas para ensaios e reuniões”.
No Centro Académico poderão ainda vir a ser realizadas exposições, workshops e outros eventos de carácter cultural.
Instituto Politécnico de Bragança conta com um novo Centro Académico
On-line
O Instituto Politécnico de Bragança inaugura o novo Centro Académico dentro do campus académico, entre a Escola Superior de Educação, a Agrária e a Tecnologia. As várias associações estudantis do politécnico, como as Tunas e até mesmo o Grupo de Teatro têm agora novas instalações para as suas actividades.
A obra custou cerca de 350 mil euros e o presidente do IPB, Sobrinho Teixeira, revela que “foi um gesto de atrevimento ao lançarmo-nos neste obra quando inicialmente só tínhamos 50 mil euros, mas fomos conseguindo financiamento”, através da autarquia municipal, do Governo Civil e da Caixa Geral de Depósitos. Também a Associação Académica contribuiu com mais de dez mil euros, provenientes das receitas da Semana Académica, para mobilar todo o complexo.
O edifício tem uma sala de informática, reprografia, uma sala com cerca de 120 metros quadrados para ensaios e actividades culturais, tem ainda vários compartimentos mais pequenos destinados a reuniões, num total de 300 metros quadrados. “É uma obra de todos, para todos e conseguida por todos”, considerou Sobrinho Teixeira.
No Centro Académico poderão ainda vir a ser realizadas exposições, workshops e outros eventos de índole cultural.
Entrevistas:
Sobrinho Teixeira, presidente do IPB, sublinhou dizendo que é “uma obra com grande simbolismo” representando para os alunos o esforço de vários anos em adquirir este espaço, recordando também as condições em que a Tuna Feminina se reunia, num pavilhão aberto à noite, “mesmo assim teimavam em ensaiar e difundir o espírito académico e o que é o seu IPB”.
Bruno Miranda, presidente da Associação Académica, refere que o Centro Académico como sendo uma forma de “promover uma maior proximidade com os alunos e que vai ajudar a que o trabalho das associações, que servem quase sete mil estudantes, tenha outra visibilidade”.
Anabela Queirós, membro da tuna feminina, diz que “inicialmente nós ensaiávamos no hangar das máquinas na Escola Agrária. Aquilo era muito frio no Inverno e não tinha acústica”. Mas agora “vamos ter um espaço onde até podemos guardar os nossos instrumentos porque onde estavam antes estragavam-se muito”.
Gaspar Lopes, presidente da Associação de Estudantes Africanos, fala ainda em outras utilizações para o Centro Académico. “Na semana africana podemos utilizar estas salas para ensaios e reuniões”.
Comentários:
José Alves, in “Mensageiro”…
“É de congratular estes melhoramentos para as várias associações estudantis do Instituto Politécnico de Bragança, pois assim todos os estudantes terão um local próprio para as suas actividades de lazer e também de estudo, se assim o proporcionarem.
Pena seja que, apenas só no I.P.B de Bragança esses melhoramentos sejam proporcionados aos alunos em detrimento de outros pólos deslocalizados, como é o caso do I.P.B. da E.S.T.G.M (Escola Superior, Tecnologia e Gestão de Mirandela), actual E.S.A.C.T. Este pólo já tem, desde há muitos anos, terreno próprio para a construção da prometida escola, há muitos mais anos e até à data as promessas foram em vão. Era urgentíssimo a construção da escola, pois ela conta já com perto de 1200 alunos, o que justifica a sua construção para que tanto os docentes como os alunos tivessem melhores condições de leccionar como de aprender.
Com as novas infra-estruturas que fossem criadas (a escola tantas vezes prometida) levaria ao aumento substancial de alunos, sem que aquando das primeiras visitas dos alunos ficassem desiludidos quando se deparam com a realidade da escola e ao verem as condições desistam e partam para outras escolas do país. Mas como o povo português acredita em milagres, vamos creditar que esse milagre vai acabar por acontecer, não se sabe é quando. Talvez quando já não haja ninguém que queira vir estudar para o interior é se vá construir a escola. A ver vamos…”
Instituto Politécnico de Bragança investe num centro cultural e de lazer destinado aos alunos
Rádio/Televisão
O Instituto Politécnico de Bragança inaugura um novo Centro Cultural, no campus académico… Destinado às actividades das associações académicas e do uso comum de todos os estudantes do politécnico.
Com cerca de 300 metros quadrados, o edifício tem ainda uma sala de informática, reprografia e uma sala para ensaios das Tunas e do Grupo de Teatro. Com um orçamento de 350 mil euros, financiado por várias instituições da cidade de Bragança, entre as quais a autarquia municipal, o Governo Civil e a Caixa Geral de Depósitos. Também a Associação Académica contribuiu com mais de dez mil euros, provenientes das receitas da Semana Académica.
O presidente do IPB, Sobrinho Teixeira justifica a obra, pela falta de condições de várias colectividades do politécnico que estariam a funcionar em locais desadequados, sendo uma obra com grande simbolismo para os alunos, à muito aguardada e com a mobilidade de vários grupos de estudantes, já estão a ser programadas várias exposições, workshops e outros eventos de índole cultural, para estrear as novas infra-estruturas.
Entrevistas:
- “Esta era uma luta de vários anos por parte das associações para que pudéssemos ter um espaço digno” – refere Bruno Miranda salientando que o facto de estar próxima de três escolas, a Escola Superior de Educação, Agrária e Tecnologias, – “vai permitir uma maior proximidade”.
- “É uma obra de todos, para todos e conseguida por todos” – considerou Sobrinho Teixeira, não deixando de referir – “as dificuldades da tuna feminina que mesmo com as condições climatéricas que são conhecidas em Bragança”: “teimavam em ensaiar e difundir o espírito académico e o que é o seu IPB”.
Já o presidente da Associação de Estudantes Africanos, Gaspar Lopes, fala ainda em outras utilizações para o Centro Académico: - “Na semana africana podemos utilizar estas salas para ensaios e reuniões”.
Município de Bragança, encontra forma de ajudar as pessoas mais carenciadas da zona construindo um novo bairro social, este financiado através de fundos, capitais próprios e empréstimo bancário.
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A Câmara Municipal de Bragança vai lançar a construção de um novo bairro Social com um investimento de dois milhões de euros, através de empréstimo bancário, capitais próprios e financiamentos por parte do Instituto de Habitação e Reabilitação Urbana.
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